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Para MAN, mercado de caminhões pode cair 10% neste ano
26/05/2014  |  fonte: AutoData

Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America, revisou novamente sua estimativa de vendas de caminhões para 2014 no País. Em março estimara estabilidade com viés de baixa, e agora projeta queda de 10% na comparação com os 154,5 mil emplacamentos de 2013.
No início do ano o executivo previa para 2014 elevação de 5% no volume de comercialização ante o fechamento de 2013.
“A essa altura não vejo como reverter a redução de 15% nos licenciamentos até abril. A tendência de queda para o ano é de dois dígitos, na casa de 10%, o que é muito ruim. Maio deve ser positivo pelo fim do represamento promovido pela volta do Finame simplificado, contudo os meses de junho e julho serão afetados pela copa do mundo e pelas férias, complicadores para os negócios.”
O executivo argumenta que a restrição de crédito, aliada ao fraco ritmo econômico, justifica a alteração das previsões na companhia:

“O cenário é de queda de 20% na concessão dos financiamentos em relação ao ano passado. Os bancos comerciais estão muito mais criteriosos face ao cenário econômico e pedem entrada mesmo aos pequenos e médios clientes. Por outro lado, a taxa de juros anual a 6% ainda é negativa, mas superior à praticada no ano passado, de 4%. As consultas acontecem, mas os fechamentos de negócios não se concretizam e isso não traz um bom sentimento”.
Se a nova projeção do executivo se concretizar, serão licenciados cerca de 15,5 mil caminhões a menos que em 2013 e o ano fechará na faixa de 139 mil unidades, volume próximo às 139,1 mil unidades de 2012, quando o desempenho do mercado foi afetado pela antecipação de compras de 2011 face à mudança das normas de emissões Euro 5.
Ainda assim, se o volume empatar com o de 2012, o ano corrente representaria, junto com este, o quarto melhor resultado para o mercado brasileiro de caminhões da história, perdendo para 2011, 173 mil, 2010, 157,7 mil, e 2013, 154,5 mil.
Na análise de Cortes a produção deve ser ainda mais comprometida, em decorrência da crise econômica na Argentina: “O país é um dos principais destinos de nossas exportações e registra queda de 30%. Assim, já estamos fazendo esforços para adaptar os volumes produzidos a essa realidade”.
A situação no segmento de ônibus, na avaliação de Cortes, não é diferente. “Há manifestações, dependência de contratos com órgãos públicos e uma série de fatores que não contribuem. Por isso os chassis seguem a mesma tendência de queda de 10% no resultado final do ano.”
Diante do cenário, revelou Cortes, a MAN concederá férias coletivas de vinte dias aos funcionários da fábrica em Resende, RJ, a partir de 16 de junho, com retorno em 7 de julho.
Inicialmente a medida atingirá os funcionários ligados diretamente à produção, cerca de 3,5 mil dos 5,5 mil colaboradores da empresa. Outros setores, como administrativo e engenharia, funcionarão normalmente.
Outros duzentos trabalhadores já estão em regime de suspensão temporária de contrato de trabalho por cinco meses, contados a partir de abril.


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